treinamento funcional

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quinta-feira, 29 de março de 2012

Quando não têm com quem deixar as crianças..


Quando o trânsito está carregado.

Quando seu dia está todo atrasado.

Quando não têm com quem deixar as crianças.

Fazer o que? Perder seu treino?

Não, a gente pode fazer modificações em seu treino...

Studio 2 , sua atividade física de forma diferente mas extremamente eficaz.

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terça-feira, 27 de março de 2012

Dormir pouco faz a pessoa comer mais?

Dormir pouco faz a pessoa comer mais

Em pesquisa, os voluntários privados do sono completo consumiram, em média, 549 calorias adicionais por dia. Enquanto isso, a quantidade de energia utilizada para se exercitar não apresentou alterações significativas entre os grupo.

Se já não bastasse o mau humor e a falta de disposição, uma pesquisa da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, constatou que noites mal dormidas também fazem com que a pessoa coma mais e, consequentemente, abra espaço para sobrepeso e obesidade. Os dados são do jornal Daily Mail.

Os cientistas analisaram 17 adultos jovens saudáveis de ambos os sexos durante oito noites, sendo que metade (grupo controle) dormiu normalmente e, o restante, uma hora e 20 minutos a menos. Todos podiam comer o quanto quisessem.

"Testamos se a falta de sono alterou os níveis dos hormônios leptina e grelina (associados com apetite), aumentou a quantidade de comida que as pessoas comiam e afetou a energia queimada por meio de atividade física", disse o autor do estudo, Virend Somers.

Os voluntários privados do sono completo consumiram, em média, 549 calorias adicionais por dia. Enquanto isso, a quantidade de energia utilizada para se exercitar não apresentou alterações significativas entre os grupos, sugerindo que os que descansaram menos não queimaram calorias extras para compensar.

"A privação do sono é um problema crescente, com 28% dos adultos relatando ter seis horas ou menos de sono por noite", acrescentou o co-autor, Andrew D. Calvin. A equipe de pesquisadores ressaltou que é fundamental realizar levantamentos maiores sobre o assunto para comprovar os resultados.


fonte: portal da educação física

segunda-feira, 19 de março de 2012

O perigo do "caminho mais fácil"....

Em busca da cintura perfeita: o perigo das cintas modeladoras

Além de não ajudarem a reduzir medidas na cintura, as cintas podem ocasionar problemas de saúde, alertam especialistas.
Um costume antigo que ainda é mantido por algumas mulheres nos dias atuais é lançar mão das cintas modeladoras. Algumas usam apenas para esconder os pneuzinhos a mais quando o traje é justo e exige uma silhueta esguia.

Outras, ainda usam com o intuito de reduzir alguns centímetros nessa região - o que, segundo os especialistas ouvidos pelo Terra, não passa de um mito. "Sempre tem mulheres que aparecem no consultório com essa ideia. Nosso papel é orientar e dizer que o uso de cinta elástica é indicado para quem se submeteu a algum procedimento cirúrgico", explica o cirurgião plástico Alexandre Barbosa, da Clínica de Cirurgia Plástica de São Paulo. "São lendas antigas, do tempo das nossas avós. As cintas jamais emagrecem, só disfarçam as medidas. Não queimam as calorias e não têm impacto sobre as gorduras localizadas", reforça.

A dermatologista Lilian Estefan concorda. "Não existe comprovação científica que mostre isso. Os dermatologistas não recomendam o método como forma de emagrecimento ou para modelar o contorno do corpo", reforça.

Exageros trazem problemas

Quem tem o hábito de usar a cinta muito apertada deve ficar atenta a alguns problemas de saúde que podem ser ocasionados quando o exagero é grande. "Problemas de circulação e compressão dos órgãos são comuns", explica Alexandre. Lilian reforça que as cintas muito apertadas podem machucar a pele, fazer cicatrizes ou obstruir a passagem do sangue na região abdominal, podendo trazer problemas de circulação e varizes. "A pessoa também vai respirar de uma maneira mais curta e sentir falta de ar", pontua.

Indicações e cuidados

De acordo com Lilian, as cintas modeladoras são indicadas em casos de pós-operatório, pois ajudam na cicatrização e reforçam a musculatura, diminuindo o inchaço e impedindo sangramentos ou o deslocamento da pele.

Ela também é recomendada em alguns casos de problemas posturais, especialmente durante a gravidez, pois muda o eixo de equilíbrio do corpo e evita dores ocasionadas pelo sobrepeso. "Elas são indicadas depois de cirurgias como lipoaspiração, abdominoplastia, cesária e outras".

Recomendações

Alexandre enfatiza que hoje é possível encontrar no mercado vários tipos de modeladores, e os mais indicados são os produtos de microfibra e elastano. "Devido a fios de última geração, propiciam à mulher o máximo de conforto. Além da versatilidade, são bastante modernos e podem ser usados em qualquer tipo de corpo, alguns conseguem reduzir a silhueta em até um número", observa.

Ele também explica que é importante experimentar a peça antes de comprar, para verificar se está confortável. E reforça: "nunca compre tamanhos menores do que você usa, pensando assim conseguir um efeito mais redutor. Ao contrário, o resultado pode ser desastroso, além do que não será nada confortável e também poderá provocar problemas ortopédicos. É importante que, ao adquirir seu produto, consiga vesti-la de forma fácil e que você se sinta confortável, pois muitas vezes passaremos horas com a cinta."

Alternativas

Quem está em busca da cintura perfeita também pode lançar mão de alternativas existentes no mercado de beleza. "Métodos como radiofrequência, ultrassom focado, criolipólise, massagem modeladora, drenagem linfática e lipoaspiração têm fundamentos científicos que comprovam a redução das medidas, diminuindo tanto a gordura localizada da região quanto a flacidez, pois atuam no tratamento do contorno do corpo", explica Lilian.

E para as que estão à espera de um passe de mágica, o cirurgião Alexandre avisa: "embora as cintas auxiliem na estética, sozinhas não fazem milagres, portanto, para um corpo realmente perfeito nada melhor que uma dieta saudável e a prática de exercícios físicos".


fonte: www.educacaofisica.com.br

terça-feira, 6 de março de 2012

Pliometria......


Pra treinar pernas sem máquina.....tranquilo e extremamente eficaz....


Pliometria para MMII, treino visando a aumentar a resistência muscular, coordenação....

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Especialista em Medicina Esportiva fala sobre o treinamento ideal para o surf


Tim Brown, especialista em medicina esportiva, sugere treinamento específico para surfistas.


Para muitas pessoas de fora do mundo do surf, a idéia de surfistas profissionais fazerem "treinamentos específicos" para as competições ainda é um conceito sem sentido.

Afinal, por que esses caras precisam ficar em forma e treinar se eles surfam quase todos os dias e passam a maior parte do tempo na praia, numa vida saudável?

A resposta é simples. Porque o surf é uma das atividades físicas mais ativas que você pode participar!

Quando você está competindo contra os melhores do mundo, em qualquer esporte, a vantagem competitiva pode ser a diferença entre um título mundial e perder a classificação no tour para o ano seguinte.

Com a primeira prova da ASP World Tour 2012 em andamento em Snapper Rocks, os pros já começaram os seus "campos de treinamento" para se preparar para 10 meses de viagem, concorrência e condições oceânicas imprevisíveis.

Mas o que os melhores surfistas pdo mundo podem fazer para se preparar?
Bem, dos 32 melhores surfistas que surfam no tour, muito poucos usam os mesmos métodos de treinamento.

Os surfistas são um grupo muito especial de indivíduos que alcançaram um nível inacreditável de inovação, atletismo e foco, o que demorou muitos anos de dedicação dos surfistas para dominar as nuances do oceano.

Fatores como lidar com as mudanças de marés, ondulações enormes, correntezas fortes e os olhos dos juízes críticos exigem uma quantidade enorme de dotes físicos que não podem ser aprendidas durante apenas uma noite.

Tom Carroll, o campeão mundial de 1983 e 84, foi um dos primeiros surfistas da ASP que conseguiu uma enorme aptidão para o próximo nível com um treinamento intenso.

Mas o foco sobre a aptidão não foi sempre assim.

Nos anos 80, vários surfistas Pro se manteram preparados apenas surfando. Mas nos anos 90 as coisas começaram a mudar.

Os surfistas ganharam mais em condicionamento físico e começaram a observar como os atletas de outros esportes se preparavam. Atividades como yôga, corrida, musculação e até motocross foram incluídas nos treinamentos.

Hoje é um campo de jogo diferente. Temos um aumento de saúde e conhecimento de fitness, dólares de patrocínios enormes, avanços na tecnologia, melhoria das capacidades funcionais do design de pranchas e materiais, e assim por diante.

Ser um atleta de topo hoje exige muito mais pensamentos “fora do padrão” quando se trata de manter uma vantagem competitiva.

A maioria dos profissionais treinam duro e muitos têm treinadores em tempo integral para orientá-los a como ajustar o seu corpo, função e nível de habilidade para mantê-los executando manobras de alta velocidade.

Eles são treinados para mudar de direção muito rápido, andar no tubo e até executar uma manobra acrobática aérea, tudo junto na mesma onda, que pode quebrar em qualquer lugar de 3 a 15 pés.

A maioria, senão todos, os surfistas do tour da ASP hoje sabem que melhorar a forma e as funções do seu corpo irá influênciar diretamente na performance de como eles surfam as ondas.

Eles estão mais conscientes sobre como melhorar a capacidade do seu corpo a utilizar a energia de forma eficiente, mover-se bem e se recuperar rapidamente.

Dito isto, muitos deles treinam a mobilidade, estabilidade e força (nessa ordem) por meio de aperfeiçoar a qualidade do seu movimento, do seu corpo e de sua postura.

Este tipo de treinamento enfatiza o movimento eficiente, não o músculo volumoso, e está rapidamente se tornando o método mais eficaz para atletas de todos os esportes, independente da idade e nível de habilidade.

Ele também fornece uma base de grande aptidão que, eventualmente, melhora o desempenho, reduzindo significativamente as chances de lesão.

Mas o condicionamento cardiovascular e o treinamento também fazem parte de um surfista de sucesso.

Alguns surfistas misturam e combinam métodos diferentes, por razões específicas, como por exemplo no caso de recuperar-se de uma lesão.

No entanto, os surfistas ganham mais condições quando fazem curtas sessões de surf intensamente ativas (45 a 90 minutos).

Mesmo que eles estejam trabalhando duro no âmbito dos sistemas de formação especializada para melhorar o condicionamento geral do corpo inteiro, não existe melhor maneira de se manter em forma do que simplesmente ir para uma sessão de surf.

artigo retirado do portal da educação física > www.educacaofisica.com.br